Reggae Nacional Brasileiro

quinta-feira, 27 de junho de 2013

UM ESTILINGUE E CINCO PEDRAS:

Fato tão conhecido na história, que penso ser desnecessário reafirmar o que uma massa esmagadora da sociedade já sabe sobre as virtudes e deslizes do grande rei Davi, considerando a sua ascensão quando praticamente ainda um menino, sendo chamado lá do campo quando apascentava ovelhas de um rebanho. É muito interessante chamar a atenção para um aspecto que pelo menos a mim impressiona muito, sendo este, o talento do rei Davi como músico. 

Verdadeiro, interessante e até servindo como comparativo, o fato até pode ser versado em nossos dias, como se fosse um “início de carreira”, a partir do mais baixo intervalo da escala de valores para o caso na época, seguindo dai uma trajetória de desafios até chegar ao reinado.

Ficou assim registrado, não pelo fato de Davi ter sido um garoto influente, filho de político, de autoridade, um mauricinho mimado ou coisa do gênero, tampouco um anjo encarnado, o que certamente não faria sentido servir de espelho a ninguém, quanto aos seus pontos positivos para nele nos espelharmos. Entendo que foi pela grandeza de reconhecer em tão pouca idade, que na sua impetuosidade, força, talento, coragem e até mesmo nas fraquezas quando fracassava, havia em si, dependência e temor ao Deus poderoso e eterno, que até mesmo quando em circunstâncias de pecado, propriedade esta comum a todos os homens, declarava um sincero e genuíno arrependimento ao seu Senhor, que misericordioso como é, e sempre foi, o perdoava. Contudo, nunca fez “vistas grossas” para seus deslizes, erros e fraqueza, tanto que sofreu seus vacilos na carne ou na família, pagando um alto preço.

Por tudo isso que nos chama a atenção, me prendo a apenas um detalhe simples de todo processo ou da operação, ou seja, o detalhe raiz que originou um reinado poderoso como no caso evidenciado, o qual comparado com a nossa posição frente aos problemas dessa vida, se assim aceitarmos ser comparados. Da mesma forma ou simplicidade como se levantou Davi para ser essa referência, cada um de nós também pode se levantado, desde que, esteja na dependência do Deus poderoso, contudo, devidamente preparado para missões desafiadoras que nos projetam para sermos efetivamente cabeça e não calda, ou seja, a estar no topo da cadeia de valores como referência, merecedores de uma notoriedade semelhante.
 
DETALHE: UM ESTILINGUE E CINCO PEDRAS:
 
O combate entre Davi e Golias, colocava em jogo um alto “negócio”, destacando que a forma como seria disputado, dependia apenas de dois homens com o melhor dos seus talentos. A superioridade bélica para o combate entre um e outro era notável, ficando para o aparentemente mais desarmado, apenas o talento, ou aquilo que podemos observar hoje, num jogador brasileiro como o Neymar, considerado pelo mundo inteiro como um jogador diferenciado. Para quem discursa o direito de ser cabeça e não calda como em muitas situações vimos, numa situação dessas ou então nas múltiplas semelhantes neste contexto econômico em que precisamos de lideranças eficazes, permite-se que faça a seguinte reflexão: Será que como o rei Davi ou mesmo o Neymar, estou devidamente preparado? Até ai então, não se trata mais do: O que?..., e sim,... de quem!

A arma de Davi era simples, apenas cinco pedras quando precisou apenas de uma, ficando o exemplo de que como administrador que seria, mostrou-se um homem prevenido, como da mesma forma, também usou um estilingue chamado na época como funda, que como estilingue, eu mesmo usei muito, quando nas minhas traquinagens de menino.

Fica a mensagem de que, se sua arma for simples, não há problema algum para que mereça destaque e chegue ao reinado, desde que, seja eficiente no que concerne a resolução de problemas em arenas de grandes combates.

Ainda que seu armamento seja potente como o de Golias ou ainda  maior do que um estilingue e cinco pedras, prudente mesmo, é não confiar cegamente na força dos seus braços e por ignorância, excesso de confiança, vaidade,  poder e prepotência,acabar perdendo o combate.         

sexta-feira, 14 de junho de 2013

DESCOLADOS DO PADRÃO:

QUEM?... POR QUÊ? ... 
     Longe de generalizar na consideração, apenas pensei tratar minha preocupação colocando o fato abaixo evidenciado no singular, podendo até não ser somente minha, contudo, falo do fato, na prudência de deixar o sujeito oculto.
 
FATO: - “SABE O QUE FAZ, - FAZ O QUE FAZ E CONTINUA FAZENDO”!
 
         Para embasar meu sentimento, lembro aqui o eminente professor Dr. Walkmim, na época, titular da cadeira de uma das disciplinas do curso de mestrado em qualidade na UNICAMP, quando em uma de suas múltiplas considerações em sala de aula, me lembro de ter dito, que, o homem deixa de fazer o que sabe que é certo ser feito, por pelo menos três razões:
 
- Quando não sabe o que fazer!
- Quando não pode fazer!
- Quando não quer fazer!
 
Estando eu agora, ainda mais convencido de que a solução de problemas embaraçosos passa por um caminho lógico que é o ensinamento, o qual ainda tem uma componente singular que é a tomada de decisão sobre o fazer ou não, dou a transparecer que, de tão profundo e importante os princípios que me ensinaram, entendi valer a pena fazer uma viagem no meu túnel do tempo, me lembrando de quando ainda criança, fase em que asseguro não fazer tão pouco tempo, e até por considerar esse fator marcante para a vida ao longo de tantos anos, concluo que, o principio só prevaleceu tão arraigado, porque a literatura de onde foi extraído é até então, o livro mais lido no mundo, aprovado como literatura padrão para uma sociedade em queda livre ou declínio.
Salvo engano, considero ser notável uma sociedade cada vez mais desolada de modelos perenes, por conta do modernismo que atropelou a tradição, contudo, sem oferecer sequer um rascunho ou projeto, em que a vida possa se estabilizar apesar de toda dinâmica tecnológica que acelera o que é certo ser feito ou não. Entretanto, minha volta ao passado, penso que se justifica apenas para lembrar um fundamento tão importante quanto a aritmética para o homem ou as fórmulas matemáticas, as quais aplicadas como padrão para as ciências exatas, solucionam situações embaraços ou as  extremamente complexas. De ciências exatas para humanas, abaixo registro um dos fundamentos perenes, considerando estar escrito como teoria na Bíblia Sagrada, já citada como literatura padrão e solene:
 
“ENSINA A CRIANÇA NO CAMINHO EM QUE ELA DEVE ANDAR, PORQUE ATÉ QUANDO SE TORNAR ADULTA, JAMAIS SE DESVIARÁ DELE”!
 
Estou convicto de não estar superado, com o pé no passado, doido, fanático, desvairado ou coisa do gênero, fazendo essas minhas considerações ou análise! Imagine que ainda me Lembro, da primeira oração que me foi ensinada pela mulher mais maravilhosa da minha vida, Senhora que por privilégio, orgulhosamente chamo de mãe Maria Messias, que antes de findar sua trajetória matriarcal como exemplo nessa terra, ainda me entregou para uma substituta amiga e fiel companheira, cuja primazia chama-se Luzia. Por tudo, atribuo a importância do seu ensino, assim como, é também, a Biologia para o médico, a saúde para um enfermo ou então a alegria para o tristonho, o trapézio para quem vive o circo, ou mesmo o tombo para o palhaço que faz o outro sorrir estando no picadeiro. Foi uma oração cujo fundamento até aqui nunca falhou, tão simples e ao alcance de todos, a qual assegura uma verdade incontestável para o homem quando adormece para iniciar um novo dia; contudo, raramente ensinada como padrão comportamental no seio das famílias. Confesso que depois de viver modelos tão complexos em meio a coisas tão mascaradas, soa até como constrangedor citar o principio abaixo  nas palavras de uma criança recém-desmamada, balbuciando uma oração simples e verdadeira sãs seguintes palavras:
 
“PAPAI DO CÉU! DEITEI, DORMI E ACORDEI PORQUE O SENHOR ME SUSTENTOU”!
 
Bem mais crescido, penso ser racional compartilhar essas citações tão simples as quais considero como sementes, assim como, outra gama de ensinamentos na mesma linha de raciocínio, recebida das mãos de professores, empresários e bons amigos, que asseguram que agora eu diga: 
 
 FATO: - “SEI O QUE FAÇO, - FAÇO O QUE FAÇO E CONTINUO FAZENDO”!
 
 
        Lembro aqui o que disse o aclamadíssimo Dr. J. M. JURAN, um dos pioneiros do mundo na área de qualidade, quando disse:
 
 
“UM NÚMERO REDUZIDO DE CAUSAS SÃO RESPONSAVEIS POR UMA GRANDE VARIEDADE DE EFEITOS”
 
            Entre os fatos: _ “Sabe o que faz, - faz o que faz e continua fazendo” e _ “Sei o que faço, - faço o que faço e continuo fazendo”, o  pensamento que orienta as atitudes está vinculado ao PADRÃO de onde se obtém os ensinamentos. Embora a linha de raciocínio possa ser relativamente simples, me permito concluir que o certo ou errado que aqui se vive, está vinculado a pelo menos uma CAUSA que nos premia com uma VARIEDADE DE EFEITOS.
Quando a modernidade chega e se instala como forças concentradas que explodem como bombas uma após outra, abolindo a tradição e anunciando tudo que é novo, quando a insegurança prevalece e a sociedade sente estar sendo expulsa da respectiva zona de conforto, onde até aqui dormia em berço esplêndido, vale lembrar-se do que está escrito nas Sagradas Escrituras:
 
"Passarão os céus e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar". Lembrando que esse registro está na Bíblia, a qual me referenciei como literatura padrão.
 Ainda que a forma de afirmar a verdade nela inserida, seja comprometida pelo exemplo dos homens que dela se valem em prol dos próprios benefícios, sua essência nunca muda, deixando o aconselhamento para que realinhemos nossa conduta:
Examine tudo e retenha apenas o que é bom, considerando que mortal mesmo, é nascer, crescer e tentar fazer a travessia nessa terra,  DESCOLADO DO PADRÃO.

terça-feira, 21 de maio de 2013

CONFESSO AOS AMIGOS!
“Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu, a gente estancou de repente ou foi o mundo então quem cresceu, a gente quer ter voz ativa e no nosso destino mandar, mas eis que chega roda viva e carrega o destino pra lá”!... Foi bem assim que escreveu o poeta, compositor e músico Chico Buarque de Holanda, me passando a sensação de estarmos próximo de um presente que sempre escapa do nosso alcance. 

Dai eu filosofo: - Se a inspiração por esses versos do Chico, me traduz ser uma das “tampas do pão”, assim interpreto, considerando que o recheio ou miolo, por mais liberal que seja o momento, por mais moderno ou novidadeiro, me passa a sensação de estarmos vivendo um presente de prazer desejado, que sempre foge das nossas mãos. Todos os acontecimentos, sem nominar a forma ou a fonte, apenas pontuam momentos passageiros levados pelo vento, que ainda nos agulhão pela presença eminente do pânico.

É assim que analiso acontecer o nosso dia a dia, em que supero empreendendo fuga para um endereço que de tão simples e seguro, parece ser ignorado por muitos, senão pela maioria. Vou para o Salmo 91, escrito pelo rei Davi, detentor dos mesmos dotes como possui o grande e secular Chico Buarque de Holanda, como por exemplo,  perpetuado como poeta, compositor, grande músico e cantor, deixando no referido Salmo, e, diga-se de passagem, até hoje muito cantado, cuja letra fala de refúgio em dias de tribulações, ou dias de angústias para os desesperados.

No “endereço” deixou este legado; Salmo 91: “Aquele que habita no esconderijo do altíssimo, a sombra do SENHOR ONIPOTENTE descansara”.

Essa ideologia faz nascer em mim uma força que me inspira, tendo também como exemplo o também grande músico e amigo Dr. Marcos Cavalcante, conhecidíssimo no meio acadêmico, principalmente por ter sido mestre aqui na Unicamp, hoje representando o talento brasileiro dando shows e lecionando, tocando do erudito ao Jazz e etc., principalmente o MPP de uma forma marcante lá na América do Norte, assim como, em outros países. Faço o  destaque, pela forma humilde como a si se refere dizendo estar tocando sua violinha, expressão que me fez, e agora sim, tirar a minha minúscula viola do saco e embalar no humilde som dessa amiga, a letra dessa minha composição que penso caber no contexto, a qual eu chamo de indignação.

 Digo assim: Existem certas coisas tão difíceis de aceitar, nos envolvem, nos agridem, mina as forças pra lutar; o importante é nesta hora, não temer nem fracassar, seja forte e não se entregue jamais; existem atitudes que não cabem aos racionais, que os olhos lacrimejam se recusam a enxergar, dá um nó bem na garganta, necessário é desata-lo, solte o grito calar-se jamais; não se curve ao ser diminuído, dentro de você há um gigante adormecido, antes que o sol vá pro seu leito no infinito, tome nova posição, fazer nada? Não! Deixe de olhar o novo mundo da janela, há caminhos novos pra seguir e a vida é bela, a lua será cheia, quando as noites forem trevas, desanimação, com brava gente não combina..., não combina!

Contudo, o recheio do lanche ser a nossa situação, entrego aos amigos esses meus versos ansiosos que em breve será editado como música, na idéia de que seja pra você a minha parte como a outra “tampa do pão”.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

QUEM FOI QUE DEU A MANCADA?

        Tarde fria e chuva fina, a exemplo do que cantava uma eminente banda de jovens, todos irmãos, chamada de Golden Boys, quando acontecia um programa badaladíssimo nas tardes de domingo registrado na história do Brasil como Jovem Guarda. Muito embora eu tenha feito esta citação, fico apenas com o “tarde fria e chuva fina”, pra marcar o encontro que tive na feira livre em Limeira, onde fui comer aquele irresistível  pastel, ocasião em que me encontrei com um amigo muito querido, torcedor fanático do Independente Futebol Clube ou Galo da vila como é conhecido, de quem também sou torcedor e tão fã, que compus um dos hinos pra levantar a torcida, todas as vezes que o Galo mete gol e diga-se de passagem, transmitido pelo talentoso  amigo Edmar Ferreira, que transmite tanta emoção, que cada um dos gols, parece que até vale dois.

 Trata-se do meu amigo Furlan! Depois do abraço saudoso e daquele    “como vai à vida” recíproco, aquelas saudações típicas de um encontro, me contou uma fábula sem saber ao certo quem era o autor, mas tão sensacional que acabou me inspirando a compartilhar com os amigos, porque embora meio que engraçada, me permitiu estender a causa, entendendo ter muito a ver com fatos dessa nossa realidade em pauta ou em questão. Vamos á fábula então!

O PORCO E O CAVALO: - Esses dois personagens eram muito amigos e moravam numa fazenda, e aqui na minha criativa imaginação, já aproveitando o gancho para deixar a história mais próxima da nossa realidade, ou seja, um pouco mais humana, diria então que os dois amigos poderiam ser ai, dois colegas de trabalho empregados em qualquer uma das nossas empresas no Brasil. Enquanto o cavalo levantava de madrugadinha e trabalhava de sol a sol feito um burro, indo todos os dias fazer entrega do leite na cidade e pra não voltar com a carroça vazia, já aproveitava para trazê-la carregada de lixos recicláveis, o amigo porco gozava de alguns privilégios: Comia o dia inteiro, passava um bronzeador no corpo à base de lama ou essência de barro, em fim, ficava ali o dia inteiro na fazenda numa náice, (Nice) comendo bebendo, dormindo, e bem maneiro, só pegando um bronzeado. Depois do acontecido que descrevo abaixo, na minha análise, até me arrisco a dizer que o porquinho privilegiado a seu tempo, era um porco que se achava meio que “mauricinho” mas empático, considerando ter se colocado no lugar do amigo para lhe dar o seguinte recado: Hei cara! ...Posso levar um papinho contigo? Claro velho; demorou disse o cavalo ao amigo! Minhas orelhas são grandes assim, para sempre que quiser falar comigo eu lhe dar ouvidos! Pois  éh!,  concordou o porco, e foi então para o fundamento e o conselho. Tenho visto você nesta situação de trabalho duro, nesse pic de sol a sol, levantando pra trabalhar e indo dormir quando o dia já está escuro, sem sequer arrumar um tempinho pra gente jogar conversinha fora, e vou até mais longe ainda amigo, sem ter tempo até mesmo pra “rangar o seu necessário capinzinho”. De uma maneira até emocional assim se expressou: Não é por nada não meu amado, mas com todo seu dinamismo, sua força de trabalho, no meu sentimento, você não passa mesmo é de um pobre coitado! O cavalo que não era um burro, “parou, raciocinou” projetou a orelha do lado direito á frente e a esquerda levemente á trás expressando meio que indignado um... eu acho que é isso mesmo brother, sabe que você está com a razão? Mas e daí “cumpadi”, o que você acha que eu devo fazer então? O tempo de amizade de ambos, permitia até um certo relacionamento de intimidade quanto ao tratamento, quando o porco na intimidade então, disse ao amigo cavalo: Veja bem Kaka! Há tempos venho pensando, e tenho uma idéia pra lhe dar mano! Seja bem vinda disse o cavalo, dessa vez com as duas orelhas projetadas á frente pra não perder nenhuma vírgula sobre o recado. Disse então o porco como se fosse um experiente consultor de negócios: Amanhã quando você acordar e for à garagem da roça retirar sua carroça, ao invés de se apresentar forte, alegre, disposto como é o seu estilo “patriota”, chega lá mancando com uma de suas patas; não importa qual seja ela, mas o importante, é que você dê a mancada! O cavalo, que repito, não era burro, “ponderou” a teoria pelo porco fundamentada, e não deu outra: Chegou para o trabalho mancando e de tal forma, que o filho do fazendeiro ou então do empresário, não teve outra coisa á fazer, que não fosse pegar o celular e ligar para o pai, comunicando o triste fato. Pai..., levantamos tão cedo, mas hoje sinto muito... - o cavalo está mancando tanto que não vai dar pra ir pro trabalho! O pai, um fazendeiro ou empresário focado absolutamente nos negócios ou em apenas ganhar dinheiro como é o perfil de muitos dos nossos empresários, foi muito objetivo, ou então na linguagem empresarial, foi curto e grosso: Está tudo bem meu filho, só que pra não perder o seu dia então, aproveite e  MATE O PORCO!

PRUDÊNCIA nesse mercado capitalista, chá de poejo, caldo de galinha não faz mal a ninguém, muito embora deixo para cada um de vocês a moral da história!????

terça-feira, 23 de abril de 2013

OS FATOS NO OLHAR DA HISTÓRIA:

Jean Piaget, renomado psicólogo do conhecimento, afirmou em seus estudos, que, o conhecimento só faz sentido na vida do homem, quando lhe  permite entender que um determinado aprendizado, também possa ser aplicado ou pelo menos correlacionado, com as múltiplas áreas ou atividades do seu cotidiano.

Sei que é um saco falar de história para quem caminha focado apenas na matéria, nas coisas, na “prosperidade” ou nos negócios, considerando que a “tirania da pressa”, tem direciona a sociedade para aquilo que é urgente, de forma a não priorizar efetivamente aquilo que é importante.

Contudo, quando se perde a referência do que é certo ou errado, por conhecer particularmente um pouco da sua obra, lembro aqui o grande músico e compositor Lenine, quando sabiamente recomenda em uma das suas composições dizendo: Quem tem dúvidas: “Vá à fonte, vá à fonte”!

 A fonte trata da essência; penso também que a fonte simboliza a maternidade onde nasce o homem vazio, puro de vaidade, limpo, perfeito de cabeça, assim como também, pode ser representada como padrão para uma análise entre aquilo que é, que foi ou que era, comparado com o pós-fato, ou então ao que aconteceu depois do fato, manifesto como seus efeitos ou desvio do padrão.

Sendo assim, recorro à história, para pontuar objetivamente as múltiplas situações que nos envolvem, até porque, esse “pega pra capar” que a gente está vivendo, onde todo mundo tem plena liberdade de pensar o que quiser, se expressar, agir, se indignar mesmo calado, em fim, podemos dizer que, quem está vivo, como diz na linguagem dos boleiros, estão “batendo na bola” pro lado em que estão virados.

Indo então na fonte e correlacionando com os fatos que entendo como mais evidentes, recorro para a história mais contada no mundo e respeitada por uma massa esmagadora da sociedade, a qual dá conta de que Jesus Cristo o filho de Deus, ao nascer e ser proclamado que seria o rei dos Judeus, enciumou o rei Heródes seu oponente direto, que não sabendo quem seria Ele, foi radical: Mandou matar todas as crianças nascidas, de dois de idade para baixo.

Fixo esse fato como um ponto e forma de ir à fonte, e no contexto, cito Moisés como um segundo ponto do intervalo, cujo fato, também correlaciona o radicalismo de um outro rei, cometendo uma agressividade de mesma essência.

Lembra a história que um povo escravizado tinha a promessa de ser libertado através de um líder. Faraó sendo o rei na época, igualmente não sabendo quem seria este, não excitou em ordenar a morte de todos os meninos nascido dos Hebreus, na certeza de que o libertador seria morto entre esses.

Pergunte agora então você ao Zeca: Porque fazer essa viagem no tempo e o que esses fatos, muito embora sejam relevantes, têm a ver com essa nossa realidade contemporânea?

Pra dizer o que penso, vou então ao fundamento como recomendou Lenine, vou à fonte, correlacionando o acima citado Jean Piaget, respondendo ao amigo, mas primeiramente perguntando:

 - Quem sabe quem serão os lideres do amanhã que o Brasil  necessita para libertar o povo da opressão dos poderosos, ou mesmo dirigir com seriedade os passos que consolidam liberdade plena de uma sociedade, segundo o que recomenda os sagrados ensinamentos como regra ou padrão para o bem estar da humanidade?

Penso estar sendo coerente na minha análise, correlacionando até aqui, tudo que foi fundamentado, se assim me permitirem arrazoar minha particular preocupação:

Penso que, pelo menos num aspecto semelhante existe hoje, comparado com os dois fatos citados, sendo  a  prevalência da mão invisível de um rei, DROGANDO nossas crianças, meninos e jovens, assim como, cauterizando a mente da nossa sociedade, no puro idealismo de provocar a mortalidade que assistimos sendo noticiada entre essa “galera” de tão pouca idade, visando eliminar lideranças a exemplo dos métodos usados pelos reis do passado.

Se as coisas são cíclicas como acontece com a moda, é bom ficarmos atentos, nunca esquecendo que centro avante que mete gol incomoda qualquer zagueiro, e por isso é marcado de perto.           

quinta-feira, 28 de março de 2013

LIÇÃO DE CASA:


FUNDAMENTO:
A primeira condição para modificar uma realidade é conhecê-la.
 
Não é necessariamente um apelo; contudo, saber é fundamenta! Cheguei a pensar que o meu momento nessas centenas de anos de existência de Brasil maravilhoso, anos estes seguidos de muita paz comparado a outros, onde não faltaram momentos de intensas alegrias, mas também de choros de Clarices e Marias, por múltiplos desencantos.
Entretanto, pela forma como tenho me posicionado, repente me preocupou estar sendo um Zeca absolutamente ácido. Não! foi a expressão de um amigo quando assim disse: Que nada meu irmão! O Reggae Nacional Brasileiro, apenas diz a verdade com compaixão. Quis me certificar da sua afirmação e questionei: Qual verdade brother? Surpreendentemente poetizou a letra adaptada para um teatro, me devolvendo a questão: Quem pode negar isto?
 
Não se pode aceitar o que acontece no Brasil;
Nosso povo é bom, trabalhador e varonil;
Que abraça e nunca nega um abraço,
Um povo educado e gentil;
Mas que sofre demais, com seus políticos hostis;
 
Uma terra que tem a água o sol e a plantação;
Tem riquezas também, por ter recursos naturais;
Contudo o que se vê é um drama que faz doer qualquer coração;
Um pais que prostrou-se ao colo da corrupção;
 
Todo argumento usado é pra dizer que tudo isso pode acabar;
Basta esse povo educado entregar seu voto pra quem vai honrar;
Não ouvir conversa fiada disso ou daquilo e etc...  e tal;
Coisas que camuflam os caras,
Que se fazem santos para ganhar a eleição;
Não se pode enganar, não dê seu voto aos canastrões;
Texto declamado:
Daí os caras sobem o morro, visitam as favelas;
Dão colo às crianças e até choram a desgraça;
Prometem asfaltar ruas, construir escolas;
Dão camiseta aos pobres, velho falam em  infra estrutura!
Não se deixe enganar, não dê seu voto aos canastrões
Versam o drama dos aposentados;
A calamidade na saúde pública;
Dão ciência dos menores que assaltam;
E nada fazem em prol de famílias;
Não se deixe enganar, separe os bons dos canastrões;

quarta-feira, 6 de março de 2013

CAJADO E ATITUDE:

       HISTÓRIA mundialmente conhecida e vivida por Moisés, um dos personagens mais eminentes da Bíblia, penso que ainda é muito pouco compreendida em nossos dias, considerando a riqueza de detalhes que envolveu milhões de pessoas resgatadas da prisão, e, diga-se de passagem, muito bem representada no filme Os 10 Mandamentos, um campeão absoluto de bilheteria.
O próprio Moisés, protagonista verdadeiro de uma história de lutas e de sucessos, começou a ser talhado num processo em que foi livre da morte desde o seu nascimento, para ser educado com os requintes da cultura Egípcia como se fosse o filho adotivo do próprio rei Faraó, o qual viera a se tornar de forma pontual e direta, no seu mais ferrenho oponente.
Mais tarde veio a sua renúncia do reinado, motivada pelo seu deslize enquanto homem, tornando-se um fugitivo, após ter se envolvido numa briga e ter cometido um assassinato, obrigando-se a um forçoso isolamento no deserto, circunstância em que imagino, ele, refletindo o vale de dificuldades que estava atravessando, para depois, ser o polo da sucessão de grandiosos milagres que culminou com a liberdade de um povo, sendo assim, cumprida a promessa do Deus que só opera naquilo que nós não podemos, por ser o todo poderoso.
Se na Bíblia diz que tudo que nela está escrito, para o nosso ensino foi escrito, colocar em destaque a figura do cajado de Moisés, que, na verdade era simplesmente um objeto por ele manuseado, me parece ser um ponto crucial para a nossa reflexão e aprendizado, considerando permitir uma comparação absolutamente real nesse nosso contesto contemporâneo e prático, na promessa ou ideologia de sermos efetivamente cabeça e não cauda, que em palavras diretas, significa, como filhos de Deus, ocuparmos posições de comando nos diversos horizontes profissionais onde se fizer necessário.
  O CAJADO virar cobra naquele inicio de negociação, todo mundo viu, e foi um assombro de tamanha magnitude, que roubou o detalhe mais importante da cena, relacionada ao objeto e o PODER. Cabe salientar que o detalhe da operação que ficou meio que apagado, meio que obscuro, é a causa que falta principalmente para a nossa juventude, sendo buscar sabedoria de Deus, meter a cara nos livros e tomar ATITUDE.
Foi a ATITUDE em usar o cajado para abrir o mar, ferir a rocha para dar água para o povo beber, como no cinema brilhantemente o cineasta nos fez reviver, sendo então, o que precisamos entender como o detalhe da operação, que faz a diferença e não combina com o despreparo e a passividade principalmente da nossa juventude,
De alguma forma, temos que fazer o cajado virar cobra, tirar água de pedra e abrir o mar todos os dias. Ouso dizer ou relacionar, que, o cajado de cada um, neste momento é simbolizado pela educação, pela cultura, pelo conhecimento, respeito e devoção a Deus, e ainda que as vezes enfrentando o isolamento do deserto a exemplo do grande líder  Moisés, assim também, somos talhados no nosso dia a dia para tomarmos as ATITUDES que nos elevam de cauda á cabeça, agora, e não num tempo futuro.
Ainda que exista os que pensam que os registros Bíblicos não passam de miragens ou contos de fada, se permitirmos que influenciem nossas ATITUDES e COMPORTAMENTO na mesma proporção em que somos influenciados pelos filmes violentos ou tele novelas, penso que vale a pena dar crédito para o que se pré supõe ser duvidoso, consideração feita aos que descreem dos sagrados ensinamentos, cujo limite em seus efeitos, é nos tornar mais humanos ou pessoas melhores quanto as nossas ATITUDES ou PROCEDIMENTOS.