Reggae Nacional Brasileiro

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

OS ÚLTIMOS DIAS!

Ainda que alguém questione: Últimos dias mais pra quem? Isso pouco importa, considerando que a evidência de fatos atestam uma realidade dramática, tornando a expressão últimos dias, quase que genericamente irrelevante e atemporal. A Bíblia Sagrada assim registra: II Timóteo 3.  Sabe, porém, isto: Nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão amantes de si mesmo, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeição natural, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigo dos prazeres do que amigo de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder.
            Tempo, aqui..., friamente penso que é o menos importante; sei lá..., talvez pela influência de uma sociedade tendenciosa em pensar apenas no aqui agora, e com uma visão pelo ter, essencialmente prática.  Contudo, o prático é que vimos o homem evoluindo, no impulso de aperfeiçoar-se como um agente poderoso num momento, para ser a vítima no outro, como respostas de atitudes mostradas em fatos dramáticos e corriqueiros.
Deus pela sua infinita misericórdia e evidentemente pelo meu incansável esforço,  tem me privilegiado viver a tempos, entre os vértices de um triângulo, cujas componentes são a fé como um dos vértices, a arte como um outro, avizinhados pelo “poder” de alguns homens, quando nessa dinâmica do viver, posso altaneiramente dizer: Eu sei em quem tenho crido!
Referenciando-me pelo exemplo do violinista do filme Titanic, cena em que o Senhor músico, calmo, sereno e tranquilo, solava no seu violino um cântico cuja letra quer dizer “mais perto eu quero estar, meu Deus de ti”,  isso antes que o navio viesse a pic, na mesma razão, vendo a nossa sociedade me parece que descendo cada dia mais em queda livre, nas minhas letras, composições ou versos que também acenam para o quanto é importante um despertar de consciência para o quanto somos afetados pelas irresponsabilidade de alguns dos nossos políticos,  assim como, para  o despertar do respeito para com o nosso próximo e o temor a Deus como principio, transcrevo para os amigos um outro fundamento também Bíblico, o qual transcende o tempo. Escrito em Eclesiastes 12: Lembra-te do teu criador nos dias da tua mocidade, antes que cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

E X P E R I Ê N C I A... V O C Ê T EM?


Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder à seguinte pergunta:  “Você tem experiência”?

A redação a seguir foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso e ele, com certeza, será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia e acima de tudo por sua alma, embora seu nome não tenha sido divulgado.

 REDAÇÃO VENCEDORA

Já fiz coceguinhas na minha irmã só pra ela parar de chorar. Já me queimei brincando com vela.  Já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.  Já me cortei fazendo a barba apressado.  Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas. Já subi em árvore pra roubar fruta, Já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas. Já escrevi no muro da escola, Já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa pra sempre e voltei no outro instante.  Já corri pra não deixar alguém chorando. Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.  Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado. Já me joguei na piscina sem vontade de voltar. Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios. Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, Já tremi de nervoso, Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, Já gritei de felicidade, Já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um “para sempre” pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú chamado coração. E agora um formulário me interroga, encosta-me na parede e grita: “Qual sua experiência”? Essa pergunta ecoa no meu cérebro: Experiência... Experiência... Será que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora, gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?

DICA do Zeca: Leiam novamente TRAVESSIA! Logo ai abaixo! Estou certo que não será demais! 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O REMÉDIO SEM RÓTULO:

LEIA A BULA:
 
Quando adoecemos, é evidente que tomar um remédiozinho para passar a dor, seguido de uma prece elevada á Deus para sarar logo, é um comportamento racional, simplesinho e prático. Contudo, ser carinhoso ao dizer remédiozinho, ora...ora ... - “a gente” tem que tomar mesmo, porque é preciso e não porque “a gente gosta”. Se o termo remediozinho no diminutivo, é apenas uma questão de forma ou de estilo e o gosto não agrada e sim desgosta, absurdo mesmo, eu penso que é morrer por não ler a bula do remédio que sara. O Reggae Nacional Brasileiro, talvez seja um remédiozinho. Nem é preciso ler a bula! Está escrita de forma prática; basta apenas um fone de ouvido para ouvi-la de forma agradável, cantada. Fundamental é entender o fundamento: O povo pode até ser especial, contudo, sofre por falta de conhecimento.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O ARROZ COM FEIJÃO:


Eu parecia estar desolado! Imaginem: Mão esquerda espalmada sobre a face do rosto, o antebraço ou cotovelo apoiado sobre a mesa suportando a cabeça levemente inclinada como se fosse uma espécie de mão francesa, enquanto o olhar se perdia na busca de alguma coisa que pudesse ajudar na idéia de compartilhar com os amigos, uma idéia prática traduzida por palavras certas.
            Sorridente e elegante como sempre, minha amada esposa Luzia, disse que estava inspirada a pilotar o fogão, e assim me fazia sonhar com aquele risoto de camarão, quando na verdade estava me proporcionando de forma inusitada ou então diferente, uma tremenda fonte de inspiração.
 Me lembrei até do Jacaré do Terra da Gente, figura que até fez um certo sentido naquele instante, apenas que ao invés da hora do rancho, me fez lembrar desse nosso momento de rache, quando pesa  sobre nós,  fazer tudo que é preciso  ser feito, e de maneira diferente.
No meu estilo familiar de relacionamento perguntei: Bem..., ¼ de xícara de arroz dá para uma porção de refeição para dois? Classicamente respondeu: Sim, se for apenas “pra gente”!  
Com isso, as afirmações de Jean Piaget psicólogo do conhecimento, também se fizeram presentes em meus pensamentos, ao lembrar que afirmou através de seus estudos, que o conhecimento só faz sentido na vida do homem, quando permite que algo aprendido numa determinada experiência ou situação, possa ser aplicado ou mesmo comparado para as diversas situações do seu cotidiano.
Sendo assim, esparramei ¼ de xícara de arroz sobre a mesa da copa, enquanto a Luzia pilotava o fogão e baixinho cantarolava, ( Ensina-me... ensina-me ... ensina me a viver...) quando comecei uma contagem por mais de horas, grão a grão, com a face esquerda do rosto apoiada sobre a palma da mão, numa espécie de terapia que quanto mais o tempo passava, parecia que os grãos nunca terminavam.
Imaginem: Mais de 15.000 grãos de arroz!  É muito? Mas o que isso significa  comparado com uma população de 300 milhões de habitantes que é o que somos?
Se fossemos pensar que um grão de arroz é desprezível, jamais chegaríamos a fazer uma refeição saudável. Cada brasileiro representa um grão de arroz, e porque não dizer que as diferenças representam aqueles que simbolizam o grão de feijão?
Recomendados pelos nutricionistas, a união desses ingredientes básicos, representa o combustível que nos move a ter a força necessária que é a nossa sustentação.
 Não dá para admitir que esse conceito esteja fora do alcance de todos, sobre tudo, da compreensão daqueles que se julgam poderosos por pura arrogância ou ignorância, desprezando o graozinho de arroz que somado aos muitos, fazem a diferença nessa nossa complexa cadeia de valor que toca essa nação.
Seja empresário, seja trabalhador, o ser humano sozinho, nunca chegará a lugar algum!
À bem da verdade, a união entre um homem e uma mulher, é o apogeu das maiores emoções, sendo a UNIÃO de ambos  o clássico mais sonhado, o cerimonial repetido por séculos e em todos os status, cuja sustentação fundamenta-se na mesma simplicidade da química que gera a fusão do prato nosso de cada dia, muito simples mais igualmente famoso, que é  pelo menos “O Arroz com Feijão”.
“Gerir o que quer que seja,  é uma questão de sabedoria e amor”

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

TRAVESSIA:

“Essa casa não é minha e nem é meu esse lugar”, trecho da poesia da música do grande compositor e cantor Milton Nascimento, que de forma alguma me tocou como uma destituição de propriedade, mas que muito pelo contrário, me inspirou a meditar na trajetória dinâmica da humanidade sobre a terra, batalhão no qual ainda me faço presente.                                                                                                        
Estamos numa  viagem pra vida ou para a morte! Acredito assim, muito embora haja quem não concorde. Isso posto a parte, que responsabilidade hein? Até mesmo os bebezinhos que nascem, tomam carona nesta caravana de homens que se obrigam a ser devidamente habilitados para conduzir com segurança a si próprio, assim como, seus nascidos pelo amor ou ainda que seja pelo vil prazer da carne, de forma que possam conscientemente, aprenderem  conjuntamente a fazerem  o mesmo trajeto, alongando o trecho no tempo e espaço, cada qual  no momento certo ou no tempo adequado. 

Contudo ser  interessante analisar essa corrente de pessoas  por um ângulo que  parece ser até meio que filosófico, a razão me inclina a chamar essa dinâmica da vida, de sistemas integrados.

Sendo assim, é importante avaliar: Habilitar o homem para a trajetória fundamentado em que?  Por quê? E para que? É certo que uma inteligência incomum atribuída apenas à espécie humana, não nos dá o direito de argumentar que estamos na terra, principalmente oportunizados a ler essa matéria formulada letra a letra, palavra a palavra, refletida, repensada, sem enaltecer tal privilégio, para depois, atribuir tudo isso à mera obra do acaso. Entendo que para tudo o que acontece na vida, existe uma razão, um propósito; sobre tudo, pela sabedoria humana que excede ou sobrepõe a inteligência, permitindo respostas para cada problema quando surge, ou então para as múltiplas necessidades.

 Mas o que é um problema então? Penso que seja uma disfunção, ou seja, é uma não conformidade, uma coisa que descola do modelo ou então uma fuga do padrão.  Cabe enfatizar que padrão pode ser compreendido como a figura do big bang na Inglaterra, tomado para referenciar as horas em nível internacional.

Considerando que o certo ou errado confere-se por um modelo  coletivo devidamente aprovado, qual é o modelo padrão para a sociedade atual que me parece transitar sem a devida direção?  Até que alguma coisa me faça sentir melhor ao consultar, ou então, que seja descredibilizada quando sobre ela se profere juramento nos tribunais, ou ainda, seja combatida e desmascarada por nos impor regra de condutas imorais, sugiro a Bíblia Sagrada à ser adotada como padrão para modelar atitudes e comportamentos, desde a formação dos pequeninos, adolescentes e até mesmo a juventude, considerando que é nela que está registrado fundamento para o modelo social:

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, porque até quando se tornar adulto, jamais se desviará dele”.

É desnecessário provar que o adulto que hoje somos, um dia foi uma criança. Se do bebezinho que nasce ao idoso que morre, um encadeamento de atitudes e fatos se sucedem, podemos citar que a dinâmica do aprendizado que se dá,  pode ser comparado a  uma corrente. Penso como fundamental para a solução, ter consciência do seguinte fato:

  “Nenhuma corrente, pode ser mais forte do que o seu elo mais fraco”.

 Na comparação acima referenciada, pergunto: Onde o elo da corrente está  arrebentando, ou aonde a corrente tem se mostrado fraca?

      - Na família?

    - Na educação escolar?

                - Nos homens públicos que representam o estado brasileiro?

                                  - Nas atividades que exerço na empresa em que estou contratado?

Ninguém pode se conformar ou ficar tranquilo com esse estado de coisas, dizendo que o furo do barco está do lado dos que sofrem porque possuem menos.  
O Brasil é uma plataforma única e estamos todos no mesmo barco.
Profunda consciência tem a poesia de TRAVESSIA, tanto que permite refletir a situação nas diversas facetas da vida. “Essa casa não é minha e nem é meu esse lugar”. Não é uma destituição de propriedade; ao contrário, invoca a nossa responsabilidade pela certeza de que os nossos nascidos, aqui continuarão quando a travessia dos idosos estiver terminada, e na obrigação de fazerem melhor do que cada um fez ou que fizemos fundamentados na SAGRADA ESCRITURA, padrão INFALIVEL e SUSTENTÁVEL.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

PERDÃO; QUEBREI UM CARA!

7h45 da manhã de sexta; todo mundo acelerando para chegar rapidinho na última rotatória. No volante minha adrenalina já estava em alta com o momento da reunião de planejamento estratégico que a cada segundo chegava, poesia da próxima música que vinha na cabeça, o celular que nunca cedinhou tocou, impresionante, naquela momento também tocava. O trânsito era a coisa mais dinâmica que me acontecia de fato, de onde tirei minha atenção quando nunca deveria ter tirado; razão que dei uma tremenda fechada numa Montana e o cara travou as quatro roda na minha frente, engatou uma ré, encostou a porta do lado direito coladinha com a minha, abriu o vido e teve vontade de dizer tudo que diz um homem na circunstância quando está muito bravo. É certo que onde tentou me ultrapassar era uma faixa de contra mão e cabia meaculpa o que viraira discussão. Me desculpe cara foi a minha primeira palavra! Argumentou, se fosse uma moto. você teria derrubado! Minha segunda palavra foi PERDÃO! Da raiva ao riso, o cara me abençõou com um vai com Deus tão de dentro do peito que me quebrou de alegria porque o PERDÃO primeiramente quebrou o cara. Não sei quanto a você; mas exercer o perdão deverá ser o meu mais complexo exercício.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O TINIDO DAS ESPORAS:

Que admirável sabedoria! Anos se passaram da minha infância; hoje, tenho um pouco de maturidade para analisar as frases de efeitos verbalizadas pelo outrora,  então moço, meu paizão Sr. Sebastião Messias, frases dentre as quais, nesta recordação, faço a citação de apenas uma que marca a conduta dos homens na atualidade, em  situações evidentes e absolutamente incontestáveis.

            Lembro ainda, que, desde as primeiras palavras que a mim proferiu, dizia da necessidade de se obter a educação escolar, o que entendo que deve ser a visão de  todos os pais, sendo o que  me permitiu ler regularmente a Bíblia, estudar fórmulas matemáticas, ler poesias, assim como,  teoremas criados por homens eruditos, os quais marcaram a nossa história desde os tempos remotos.

 Contudo ser um homem simples, palavras ditas por ele, a exemplo das fórmulas matemáticas, teorias ou teoremas diversos que até hoje seguimos, encaixam  neste mundo contemporâneo, sustentada por atitudes camufladas na ação de homens públicos indignos, atitudes estas que quando trazidas a tona para julgamento da sociedade, para alguns o efeito é a resignação, enquanto que para outros, é o álibi para copiar o mau exemplo popularmente conhecido como corrupção, e ainda para a esmagadora maioria de brasileiros, uma tremenda desesperança, temperada por uma contida revolta em expressão de isso aqui não tem mais jeito não!

Associando minha argumentação ao conceito de PREVENÇÃO, palavra muito usada nos métodos administrativos modernos como sendo de fundamental aplicação, correlaciono  aqui a referida frase de efeito do saudoso sábio Sebastião Messias de Menezes, frase esta que afirma a necessidade de nos esforçarmos  para conhecer o mau pelos sintomas, antes que o mau se estabeleça. Assim verbalizava:

“Eu conheço o cavaleiro pelo tinido das esporas!”

Tomando a inteligência da frase como exemplo para a forma como se pratica a política no Brasil, é claro, referindo-me a essa política sórdida que rompe as fronteiras e todos os órgãos da imprensa coloca dentro das nossas casas como a nossa mais triste realidade, reflito os que assim praticam, por obra da nossa responsabilidade:

 

·         POR QUAL TINIDO DE ESPORA, ESTAMOS ANALISANDO NOSSOS CAVALEIROS?

 

- Pelas camisetas que entregam, seguida de apertos de mãos para subornar os humildes?

 

- Pelos votos que dão como prova de corporativismo para absolver os já condenados pela justiça?

 

- Pelo que não se importam com a educação, se está ou não atendendo as exigências requeridas?

 

·         Também cabe sim, a mesma frase analisada no contexto do Cristianismo!

 

* Será que O TINIDO da espora é de paz entre os homens?

         *de amor?   

                  *de bondade?

                              * de justiça?

                                       * de longanimidade, que são os frutos do espírito?  

Ou:

 

* é de Vaidade?

              * de inveja?

                          * de dissensão?

                                            * de ódio?

                                                      *de violência, manifestações da natureza do homem?

                                                                                     

Cada um desses frutos tem o perfil do seu respectivo cavaleiro!

 

Ainda que eu ouse a dizer que sou um cara criativo, afirmo que além de nunca ter visto, não consigo imaginar um Jaboti subindo em coqueiro! Se os bichos estão colocados lá no topo da árvore, esteja certo: Fomos nós quem os pusemos!

 

Deus é absolutamente DEMOCRÁTICO e permite que a nossa escolha, direcione o nosso destino.

 

Como outrora me disse o sábio:  “conheça o cavaleiro pelo tinido das esporas”!

 

EM TEMPO

Coloque como propósito compreender o significado do que diz a letra do

 

“Reggae Nacional Brasileiro”